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Aterros sanitários são responsáveis por 58% dos resíduos públicos no Brasil, mas 39% ainda vão para lixões

Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos e Efluentes

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A tecnologia “aterro sanitário” responde por 58% do volume total de tratamento e disposição de resíduos públicos no Brasil. Há, porém, ainda uma grande parcela, 39%, que é disposta de maneira inadequada e até ilegal em lixões e nos chamados aterros controlados. 

Os dados são da Associação Brasileira de Limpeza Pública (ABLP), que fez uma comparação com demais regiões no mundo quanto ao uso de tecnologias de tratamento de resíduos, com base em dados de órgãos oficiais dos países. Nos Estados Unidos, por exemplo, o aterro sanitário responde atualmente por 53% de todo o lixo público enviado para tratamento e disposição final, e não há registro de lixões utilizados nos EUA.  

Na União Europeia, a participação dos aterros sanitários, embora tenha diminuído pela baixa disponibilidade de terreno, ainda é fundamental na gestão de resíduos públicos. A tecnologia é utilizada para tratar 26% do lixo urbano.