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Inadimplência das prefeituras ainda é desafio para setor de resíduos no País

Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos e Efluentes

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Segundo o presidente da Abetre, Carlos Fernandes, a pior consequência é, no entanto, o aumento no uso de lixões, altamente danosos à saúde pública, ao meio ambiente e à própria ordem econômica.

Estimativas do setor de resíduos apontam que a inadimplência na limpeza pública municipal atingiu a cifra de R$ 11,6 bilhões no Brasil. O levantamento, divulgado recentemente pela Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), mostra que, em 2017, a maioria dos novos prefeitos regularizou os pagamentos, mas não quitou dívidas passadas.

Segundo o presidente da Abetre, Carlos Fernandes, a inadimplência na área de limpeza pública tem deixado muitos municípios com o serviço de coleta e transporte de resíduos comprometido, feito de forma parcial e até mesmo interrompido, em alguns casos. “Entretanto, a pior consequência é o aumento no uso de lixões, altamente danosos à saúde pública, ao meio ambiente e à própria ordem econômica”, diz.

Pelo levantamento, a pior situação está nas regiões do Sudeste e do Nordeste. O estado do Rio de Janeiro é apontado como um dos casos mais graves, com problemas em vários municípios.