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Meta de reciclagem das embalagens da Coca-Cola reacende debate da logística reversa no Brasil

Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos e Efluentes

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Para o presidente da Abetre, País precisa, de fato, acelerar os acordos setoriais que garantam o cumprimento das metas e prazos pactuados.

O recente anúncio da Coca-Cola, com a meta de chegar até 2030 à marca de recolher e reciclar 100% das embalagens de seus produtos em todos os países em que opera, sinaliza que a logística reversa deve ganhar mais força este ano junto ao setor produtivo e às entidades setoriais, sobretudo no cumprimento das metas e prazos pactuados nos acordos setoriais.   

No Brasil, o plano anunciado pela fabricante de bebidas prevê um investimento de R$ 1,6 bilhão até 2020, para cumprir parte da meta estabelecida pela organização.

Na visão do presidente da Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos e Efluentes (Abetre), Carlos Fernandes, a logística reversa no Brasil esbarra, porém, em inúmeros entraves que impedem o seu avanço efetivo. “O País precisa, de fato, acelerar os acordos setoriais que garantam o cumprimento das metas e prazos pactuados”, comenta.

É necessária também a criação de uma licença prévia para produzir e para importar produtos, onde o fabricante ou o importador se comprometa com a destinação dos seus resíduos na mesma proporção em que fabrica ou traz do exterior”, completa.