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Setor privado desponta com tecnologias para tratamento de chorume no País

Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos e Efluentes

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Segundo a Abetre, o segmento empresarial é a solução ambiental mais viável e segura economicamente para as prefeituras na gestão de resíduos

O setor privado é atualmente o grande – se não, o único –  provedor de soluções e tecnologias para tratamento de chorume no País. Segundo a Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos e Efluentes (Abetre), somente no estado de São Paulo, as empresas tratam cerca de 4 milhões de toneladas do material todos os anos.

Estima-se que o estado de São Paulo gera aproximadamente 10 mil metros cúbicos de chorume por dia, sendo que 50% são tratados nas Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs), 15% são destinados às empresas especializadas e 10% recebem tratamento nos próprios aterros sanitários. Já os 25% restantes não recebem tratamento algum, já que são provenientes dos lixões, que não possuem controle adequado.

“O tratamento desse rejeito representa cerca de 20% dos custos de operação de um aterro sanitário, já que há uma enorme necessidade de capacidade técnica para operar sistemas de tratamento do percolado, como é o caso, por exemplo, das estações com tecnologia de osmose reversa”, comenta Carlos Fernandes, presidente da Abetre. “O setor privado é hoje a solução ambiental mais viável e segura economicamente para as prefeituras na gestão de resíduos e limpeza pública”, conclui.