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Inclusão da logística reversa no licenciamento ambiental de empresas paulistas é um avanço na gestão de resíduos

Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos e Efluentes

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Para a Abetre, ainda é necessário acelerar os acordos setoriais que garantam o cumprimento das metas e prazos pactuados.

A inclusão da logística reversa para a concessão ou renovação de licenças ambientais para empresas Estado de São Paulo, regulamentada em abril deste ano pela Cetesb, representa um importante avanço na gestão de resíduos privados no País.

A afirmação é de Carlos Fernandes, presidente da Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos e Efluentes (Abetre). Segundo o executivo, a exigência da logística reversa consiste atualmente em um dos principais aspectos da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). “Entretanto, para que a logística reversa seja, de fato, efetiva no País, é necessário acelerar os acordos setoriais que garantam o cumprimento das metas e prazos pactuados”, comenta.

A Abetre defende ainda a criação de uma licença prévia para produzir e para importar produtos. “A ideia é que o fabricante ou o importador se comprometa com a destinação dos seus resíduos na mesma proporção em que fabrica ou traz do exterior”, completa Fernandes.

Veja abaixo matéria no site da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo:

http://www.ambiente.sp.gov.br/logistica-reversa-sera-condicionante-do-licenciamento-ambiental/