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Municípios com arrecadação específica para limpeza pública têm melhor índice de sustentabilidade

Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos e Efluentes

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Para Carlos Fernandes, presidente da Abetre, os dados refletem claramente a necessidade de se criar sistemas de receita vinculada para a gestão correta dos resíduos urbanos no Brasil.

Os municípios brasileiros que possuem sistemas próprios de arrecadação para custear a limpeza pública lideram o ranking de sustentabilidade na área de gestão de resíduos públicos.

Os dados constam da segunda edição do Índice de Sustentabilidade da Limpeza Urbana (ISLU), idealizado pelo Sindicato das Empresas de Limpeza Urbana no Estado de São Paulo (SELUR) e pela PwC. O estudo destaca Maringá (PR) como a primeira colocada no ranking de municípios com mais de 250 mil habitantes (inclusive com todas as capitais), seguida por Niterói (RJ), Santos (SP) e Rio de Janeiro (RJ), respectivamente.

O mapeamento mostra que aproximadamente 70% das cidades com arrecadação específica dispõem corretamente os resíduos, encaminhando-os para aterros sanitários. Nas localidades sem arrecadação específica, o índice é de 28%.

“Os dados refletem claramente a necessidade de se criar sistemas de receita vinculada para a gestão correta dos resíduos urbanos no Brasil”, comenta Carlos Fernandes, presidente da Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos e Efluentes (Abetre).  

Para baixar a 2ª Edição do Índice de Sustentabilidade da Limpeza Urbana (ISLU):